Entrevista de Emprego

Me mudei para uma cidade no sul do Brasil após ganhar na loteria e já cheguei na cidade provando que sou o mais novo rico solteiro, mas não à procura de amor e sim, de ter novas e safadas experiências. A primeira coisa que eu fiz foi anunciar no jornal local que eu estava precisando de uma “Secretária do Lar” e para ser sincero eu não estava procurando uma empregada doméstica e sim, uma linda mulher para ver todos os dias e quem sabe, claro, realizar algumas fantasias minhas dos tempos em que não tinha dinheiro e nem poder para isso.

Sou um cara normal, na casa dos trinta anos e ganhei na loteria com um simples bilhete, comprado por falta de troco ao pagar uma conta na lotérica. Assim que peguei o valor do prêmio, nem quis saber de comemoração e fui logo me demitindo, não antes de pegar algumas “colegas” da empresa, que sequer davam moral para mim, mas depois que a gente é milionário, a gente acaba ficando “lindo”, não é verdade?

Quando cheguei a uma não muito pequena cidade, onde há muitas loiras e ruivas, decidi alugar uma mansão e anunciar no jornal da cidade sobre a vaga de “empregada doméstica”, mas com uma chamada mais “chique”, ou seja, “secretária do lar”. A maior parte das candidatas que apareceram, com uma má vontade de trabalhar, pareciam belas modelos, lindas de rosto e maravilhosas de corpo e eu, claro, não me importei com essas interesseiras.

Eu mesmo marquei as entrevistas, sempre com horário marcado e de hora em hora, ou seja, eu tinha doze mulheres para entrevistar logo no primeiro dia.

A primeira entrevista que fiz, no qual eu nem me lembro mais o nome da moça, foi às sete e quinze da manhã, e a candidata mais parecia usar uma fantasia de empregada de algum anime do que um uniforme para trabalhar na minha casa. Achei até que ela tinha fugido da escola, mas ao me apresentar sua identidade para que eu fizesse um rápido cadastro (e ter um contatinho para algo a mais), fiquei tranquilo quando constatei que aquela garota tem vinte aninhos, com cara de ninfeta. Branquinha, olhinhos puxados, seios grandes e firmes, fazendo papel de uma personagem hentai com voz fina e angelical, percebi que ela era bem safadinha. Na hora em que a vi, fiquei de pau duro e fiz questão que ela visse a minha rola endurecendo. Ela com menos de um metro e cinquenta de altura, mas com o corpo todo gostoso nos lugares certos, abriu a pequena e delicada boca ao ver um cara de um metro e noventa, cem quilos e com uma rola dura e latejando bem na sua frente. 

Sinceramente, não sei o que aquela candidata queria fazer da vida, mas ela logo soube que teria muito mais trabalho sendo minha “putinha” do que uma atriz fazendo caras e bocas na minha frente, só para me deixar excitado.

Assim que chegamos ao meu quarto e começamos a nos pegar, minha língua experimentava aquela pele sedosa e cheirosa, enquanto as minhas safadas mãos passeavam por seu corpo magrinho e cheio de curvas acentuadas. Queria socar a minha rola dura naquela boquinha pequena, de lábios finos, contudo, eis que a nojentinha avisou:

— Não curto chupar isso aí… 

Não curte chupar pau, mas adorou quando eu me demorei em sua bocetinha raspadinha, tanto que se contorceu na minha cama e quase disse que estava apaixonada pela minha boca, que ficou babadinha e pela minha língua, no qual tive câimbras. 

Imaginava até um meia nove com aquela asiática e quem sabe, tratar com ela umas outras roupas de cosplay, mas assim que eu a penetrei, notei que ela queria apressar as coisas. Parecia que não curtia transar.  

Por fim, a coloquei de barriga para cima, abri suas pernas, a puxei pelos punhos e a penetrei com força e rapidez, sem nem ao menos colocar camisinha. A foda foi fastástica, pois a japonesinha tem uma bela de uma xaninha quente e apertada, assim como seus gemidos são excitantes. Me aliviei em poucos minutos e continuei metendo, jorrando porra dentro dela, olhando tanto para seus peitos grandes que balançavam dentro do vestido quanto para a carinha de vergonha que ela me fazia.

Ao socar toda a minha rola para dentro, em uma última sensação de prazer, dando uma longa gemida de revirar os olhos, notei que a garota se arrependeu de ter vindo fazer uma “entrevista” e faltou sair correndo da minha casa. Certeza de que ela não volta nem se ficar grávida, o que eu acho impossível de acontecer.

As outras candidatas que vieram depois, muitas mais interesseiras, achavam que eu era um idoso trouxa e sonso, que fosse cair em qualquer golpe, mas quando elas me conheciam e sacavam as minhas (más) intenções, saíam decepcionadas. Já as que serviam mesmo para o trabalho, ou eu dispensei por não fazerem o meu tipo, ou por serem casadas ou velhas demais.

Pelas duas da tarde, eis que me entra a loira dos meus sonhos, aquela que poderia ser a capa de uma revista masculina. Alta, com seus um metro e setenta de altura, linda de rosto, cabelos lisos brilhantes, seios médios, cintura fina e uma bunda irresistivelmente carnuda e volumosa, sem esquecer das lindas pernas brancas e lisinhas. Antes mesmo que ela me falasse seu nome, eu imaginava meu pau ali, sendo socado na pequena boca da modelo, enquanto ela ficava com os olhos lacrimejantes. Pensava em jorrar minha porra pela carinha de má que ela me fazia ou em cima de seus peitos, mas ao vê-la de costas, a primeira lugar em que eu espalharia minha goza, com certeza, seria naquelas nádegas brancas.

Mas, assim que essa candidata começou a falar, logo perdi a vontade de continuar a conversa. Não que fosse burra, mas se achava a “princesa”. Até parecia que era eu quem estava procurando emprego (ou caridade). Já estava para acabar a entrevista, quando ela me percebeu desanimado e propos:

— Que tal uma rapidinha? 

Um leve sorriso meu de esperança morreu em poucos minutos, quando ela ditou:

— Nada de me pegar com força, puxar meu cabelo, agarrar a minha cintura ou bater na minha bunda. Nada de falar palavrão, de meter forte ou dizer que me ama. Não pode chupar os bicos dos meus seios, porque hoje estou sensível e nem lamber ou chupar a minha xaninha. Também não pode ficar por cima, com o seu corpo colado no meu, pois eu não gosto de homem suado.

Foi complicado colocar a camisinha. Primeiro porque eu escutava os “nãos” daquela mulher e segundo, parecia que eu estava para dirigir uma Ferrari, mas sem poder acelerar, fazer uma curva, pegar no volante, escutar o ronco, muito menos, entrar no carro.

“Como é que se namora uma mulher como essa?” — me perguntei mentalmente.

Ela ficou de quatro e por mais que seja a minha posição preferida para foder uma rabuda, a mesma me pediu para me apressar. Sem falar que ela sequer empinou a bunda para uma foda linda. Parecia uma mesa com uma boceta. Não só por ter ficado de quatro, mas por não emitir qualquer som. Acho que foi a primeira vez na vida que eu fingi ter gozado, para a minha decepção.

Para piorar, ela queria assinar um contrato e foi complicado me livrar dela, até que inventei a coisa mais nojenta e a fiz sair da minha mansão, para o meu alívio.

E então, perto das seis da tarde, eis que aparecem três candidatas ao mesmo tempo, duas loirinhas e uma ruiva. Elas perceberam o meu interesse por elas, afinal, pareciam modelos e apesar de magrinhas e altas, tinham belas curvas, bonitas pernas, cintura fina, bumbum redondinho e seios firmes. Então, propus uma “dinâmica” bem ousada: quem tirasse a melhor “nota”, ficaria com o emprego de meio expediente ganhando uma pequena “fortuna”. Para a minha surpresa, as três aceitaram os termos da minha dinâmica e começamos a brincadeira, lá no meu quarto.

A primeira “prova” da dinâmica, foi justamente que elas vestissem o “uniforme” de empregadinha. Quem estivesse mais sensual, levaria um ponto. Alice, uma loirinha de seios grandes bem redondinhos e a mais baixinha das três, usou seu “ponto forte” e se mostrou para mim com um vestido preto curto com os seios de fora, toda sorridente e eu, me maravilhei com seus mamilos rosados de bicos pequenos. Não tinha como dar zero. Daniela, a outra loira e a mais alta das três, veio quase peladinha, usando apenas um curto avental, meias longas brancas semitransparentes e por mais que estivesse com vergonha de mostrar os seios (ficando de sutiã) fiquei fascinado por vê-la com um “bigodinho” fino por entre as pernas. Ou seja, também não tinha como ficar sem seu pontinho. Já a Larissa, a ruiva, veio apenas com um avental, meias brancas e salto alto, desfilando seus lindos peitos bem pertinho da minha boca e me impressionou também por estar “peludinha” por entre as pernas e assim como as outras, levou um ponto.

A segunda prova seria um beijo e claro, não dei beijo “romântico” ou lento. Agarrei Alice pela cintura e por eu ser mais alto, ela sentiu meu pau duro roçando sua barriga ao mesmo tempo em que acariciava seus peitos. Ela parecia ser bem submissa, deixando que eu a beijasse da minha maneira. Ao beijar Dani, eis que percebo que ela não tem muita experiência, mas tenta ser ousada. Já a ruivinha… Pensa em uma mulher que me deixou de pernas bambas com sua língua atrevida! Como na primeira dinâmica, as três levaram pontos.

Minha terceira ideia de prova foi justamente passar a minha boca naquelas três gostosas. Me sentei na beira da minha cama e pedi que uma a uma fosse pertinho de mim, para que eu as chupasse. Comecei desta vez com a ruivinha e ao começar a chupar seus mamilos, ela ficou gemendo e fazendo carinho nos meus cabelos, ao mesmo tempo em que eu alisava sua boceta e sentia seus cabelinhos melados. Percebi que Dani gostaria de ser a última a fazer essa prova e nem liguei, pois queria muito acariciar e mamar nos grandes seios de Alice, que continuava a ser uma boa submissa. Por baixo de seu vestido, além de masturbá-la, também fiquei enfiando meu dedo do meio em seu cuzinho sem interrupções, apesar de ela arregalar os olhos. E então descobrimos o porquê da candidata mais alta ficar com vergonha de tirar o sutiã: os bicos dos seus seios são grandes e pontudos. Eu, claro, fiquei estarrecido e impressionado no quanto aqueles bicos ficaram sensíveis com poucos lambidas. Assim como nas outras provas, todas levaram seus pontos.

— A concorrência está forte hoje! — comentei, colocando as três deitadas na minha cama, de pernas abertas, para que eu pudesse continuar as minhas chupadas, agora, em suas bocetas apetitosas.

Adorei o gosto da boceta de Alice. E ficou ainda melhor enquanto eu apertava seus peitos e penetrava a minha língua em sua xaninha. Ao fazer o mesmo em Dani, ela pedia para que eu não acertasse muito seus bicos, mas a verdade é que eu queria ver se ela ia gemer ou gritar de dor. Para a minha surpresa, senti seu prazer ficando mais melado. A ruiva me deixou ainda mais excitado por não comentar nada enquanto eu “escapava” a minha língua, de sua boceta para o seu cuzinho rosado. E mais uma vez, todas tiveram seus pontos.

Ficando apreensivas entre elas, eis que as candidatas começaram a se oferecer para mim:

— Você pode me foder do jeito que quiser, meu amor. — disse a ruiva, empinando a bunda e me revelando sua xaninha e seu cuzinho, ambos rosadinhos e tentadores.

Alice e Dani começaram a falar ao mesmo tempo, fazendo suas propostas:

— Se quiser ser violento comigo… — disse Dani, apertando com força seus bicos grandes e segurando a carinha de dor.

— Serei tua escrava, patrão. Inclusive, posso dormir aqui, se quiser. — logo falou Alice, me deixando arrepiado.

Olhei para as três e sabia que perderia uma grana com a minha decisão final, mas eu tinha que gozar também.

— Vamos fazer a última prova. Quem me fizer gozar com a boca em menos de um minuto, eu contrato.

O desafio estava lançado e as três se entreolharam como se aquilo fosse a prova mais importante de suas vidas.

Contudo, as três partiram para cima de mim, na minha cama, como se estivessem famintas por minha rola e eu as deixei, mas a princípio, pensei que elas se revezariam enquanto eu olhava no relógio.

Lari foi a mais esperta das três e veio para cima de mim num meia nove sacana. Enquanto ela engolia a minha rola, eu lambia sua boceta e seu cuzinho. Dani pegou a minha mão direita e sussurrou para mim, enquanto lambia e engolia os meus dedos: — Vai! bate na minha cara. Me estrangula! Já Alice, ajoelhou-se e senti sua boca brigando com a boca de Lari. 

Em poucos minutos, próximo de sentir que estava para gozar, afastei a Lari de cima de mim e puxei a Dani pelos cabelos, para que as três, me chupassem ao mesmo tempo. O gozo veio com um jato longo de porra e eu gemendo alto, tremendo as minhas pernas e me contorcendo na cama. Pedi para que as três engolissem minha porra e continuassem a chupar a minha pica até que ficasse amolecida.

Extasiado, relaxado e de “cabeça” fria, as três gostosinhas me olharam com uma carinha de quem faria de tudo para ter o emprego dos sonhos e eu lhes dei a melhor notícia.

— Vamos fazer o seguinte. Lari, você fica com o turno da manhã. Prepara o meu café da manhã e eu faço o que eu quero com você. Entra às sete e fica até meio-dia. Combinado?

— Sim, senhor! 

— Dani, você chega aqui ao meio-dia. Traz o nosso almoço e você será a minha sobremesa. Ficará até às 17h e como você mesma me ofereceu, serei bem violento com você. 

Animada, Dani deu um largo sorriso, balançando seus peitos de bicos grandes que pareciam me hipnotizar.

— E você, Alice. Chegará aqui às 17h horas e dormirá comigo, quer dizer, passará a noite aqui, me mostrando como ser uma boa submissa.

Alice me olhou com uma carinha apaixonada, toda sorridente. Mal sabia ela o que lhe esperava hoje, seu primeiro dia de “trabalho”, como a minha “escrava sexual”. 

“Do jeito que ficou, não serei milionário por muito tempo.” — pensei.

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