A Namorada do meu melhor amigo

Meu melhor amigo me convidou para um encontro em seu apartamento a fim de apresentar sua nova namorada, a Milena, para os mais chegados, pois o próximo passo seria apresentá-la para a sua família. Acredito que isso foi a sua pior decisão, pois assim que a namorada dele chegou, todos os amigos, incluindo eu, desejamos ardentemente aquela bela loirinha de corpo escultural, com seios enormes, bumbum redondinho e empinado, com uma carinha de puta e claro, linda de rosto.

Usando uma legging preta socada, dava-se para ter a real noção de como a bunda de Milena é irresistível e eu, o único do encontro sem um par e sem sexo há bastante tempo para cometer uma loucura, aproveitei uma chance para passar a mão na bunda de Milena quando não tinha ninguém por perto e para a minha surpresa, ela gostou da minha ousadia, apesar de ser muito perigosa. Depois daquilo, comecei um plano absurdo e bem errado, é evidente.

A minha ideia? Passar a noite na casa do meu amigo, sem que ele soubesse disso. Como? Simples! Embebedando-o. 

Sei que meu amigo é forte com álcool e fui, pouco a pouco, oferecendo bebidas para ele. Desde cervejas a vinho, passando por caipirinhas e vodkas. Milena logo entendeu a minha ideia, mas ficou na dela, enquanto os outros casais, sem perceberem o que estava acontecendo, foram embora um a um até que, perto das cinco e pouco da madrugada, meu melhor amigo, enfim, desabou na cama  e eu sorri com maldade.

Na cozinha, enquanto Milena arrumava as coisas, fui passando a mão nela e avançando todos os limites. Havíamos combinado entre os amigos nunca dar em cima das ex-namoradas e nem das garotas pelos quais estivéssemos interessados a fim de não atrapalhar a conquista e muito menos, nas namoradas ou esposas atuais, a não ser que um amigo estivesse suspeitando de algo errado e bom, essa foi a minha “desculpa” em relação à Milena. Logo suspeitei que aquela loirinha gostosa trairia meu melhor amigo e quis conferir isso, me oferecendo como “isca”.

Agarrei Milena na cozinha mesmo. O beijo na boca foi molhado, ardente e excitante. Fascinado com o decote avantajado da blusa branca que aquela loirinha safada usava, logo tirei e fui pegando e chupando seus seios grandes de bicos pontudos e rosados. Milena gemia e se contorcia na minha frente, enquanto eu mantinha minhas mãos em seus peitos, mas logo querendo sentir todo o seu corpo.

Muito excitado e de pau duro, empurrei Milena para a pia, a virei de costas de um jeito bruto e falei em tom autoritário:

— Empina essa bunda, sua puta!

Ela gemeu e deu um sorriso.

Baixei sua calça legging preta coladinha e me surpreendi novamente: ela estava sem calcinha.

— Que vagabunda! Sem calcinha, é? Então, significa que não preciso de camisinha.

Antes que ela pudesse dizer alguma coisa, dei-lhe um tapa forte na bunda e a escutei ficando ainda mais excitada.

— Se fosse minha namorada não te mostraria para ninguém. —  falei, dando mais um forte tapa na bunda dela.

— É? E o que faria comigo? — Milena perguntou, toda maliciosa.

— Eu te foderia toda hora!

Me abaixei para passar a minha boca por toda aquela bunda redondinha e firme sem parar de dar tapas. Depois eu lambi rapidamente o cuzinho cheiroso dela e comecei a saborear uma bela de uma boceta carnuda e molhadinha. Milena se contorcia e rebolava na minha frente, pedindo por penetração e bom, fiz o que ela pediu, em meio termo: penetrei a minha língua em sua vagina. Ela ficou louca!

Estava tão excitado com aquela gostosa que sabia que não duraria muito na penetração, por isso continuei a impressionar aquela loirinha com a minha boca, meus tapas e dedos enfiados em seu cuzinho. Na verdade, a minha ideia era começar a penetrar pelo cuzinho, pois eu acreditava que talvez não parasse de meter dentro daquela safada, mesmo gozando e nada mais seguro que gozar no cuzinho.

Enfiei um, depois dois e outros dedos no cuzinho de Milena, que não me impediu nas primeiras vezes, mas quando eu me levantei e a fiz afastar as nádegas, ela falou:

— Você não vai comer meu cuzinho, não é? Isso dói e…

Ela calou a boca assim que avancei a cabeça da minha rola para dentro de seu cuzinho e fiquei insistindo na penetração.

— Caralho! Mas que rabo gostoso você tem, hein sua puta… — sussurrei.

Revirando meus olhos e gemendo alto assim que a cabeça da minha pica entrou, não quis saber de meter devagar. Muito pelo contrário. Agarrei os peitos enormes de Milena e fui metendo com vontade dentro daquele cuzinho apertado, arrancando daquela loirinha gemidos misturados de dor e de prazer.

— Para, por favor… Está doendo… — sussurrava Milena, enquanto gemia e poucos segundos depois, sussurrava novamente:

— Não para… Não para de ser bruto… Isso. Desse jeito que eu amo…

Como havia suspeitado, gozei rápido e só parei de penetrar quando eu senti meu pau amolecendo. De pernas bambas e sem energia, fiquei em cima de Milena por um tempo, ali mesmo, na pia.

— Que tal se tomarmos um banho juntos? — Milena me convidou e eu passei no quarto para comprovar que meu amigo ainda estava apagado na cama.

Aceitei o convite daquela safadinha, que no banho começou a me agarrar, como se eu fosse o seu namorado.

Passando a mão em todo o meu corpo para me ensaboar, Milena lambia o meu pescoço e sussurrava no meu ouvido a sua fantasia mais louca:

— Deixo você gozar dentro de mim, se me comer na cama, junto com o seu melhor amigo.

Fiquei surpreso, é claro. Primeiro pela ousadia dela ser mais maluca que a minha, em todos os níveis e segundo, porque ela não disse “meu namorado” e sim “seu melhor amigo”.

Me masturbando enquanto eu sentia a água quente do chuveiro, logo fiquei de pau duro novamente e mais uma vez, aceitei o convite de Milena, sem pensar em mais nada.

Peladinha e molhada, a loira desfilou na minha frente, rebolando sensualmente e me olhando com uma carinha de puta que fazia meu pau latejar com força. 

Ao chegarmos no quarto do meu amigo e ao vê-lo roncando, não demorou muito para que o meu pau começasse a amolecer. Era a primeira vez que eu fazia uma loucura dessa.

Percebendo as minhas dúvidas, eis que Milena me joga na cama e eu, com medo de ter acordado meu amigo, prendo a minha respiração. De barriga para cima, olhando para Milena, eis que ela vem por cima, na posição meia nove. Como resistir àquela boceta rosada e volumosa em cima da minha cara?

Agarrei aquela bunda e puxei para que afundasse em cima de mim. Antes de começar de fato a lamber aquela xaninha, eis que eu sinto a boca de Milena engolir meu pau mole e a caprichar no boquete. 

Tentei fazer o maior silêncio possível e Milena, com sua boquinha, me ajudou a ficar de pau duro novamente. E então, eis que ela sai da posição e ainda em cima de mim, pega meu pau e o endireita para dentro de sua boceta. Assim que a penetrei, Milena começa a cavalgar, bem devagar e eu, claro, agarro os peitos dela e faço tudo o que sempre quis fazer, mas nunca tive oportunidade. Fiz carinho, apertei os peitos, os bicos e os chupei enquanto metia devagar dentro de Milena.

Contudo, não dava para ficar apenas naquela lentidão e eu sabia que não estava deixando Milena excitada como ela desejava. Dei-lhe uma bofetada na cara e puxei seu cabelo. Ela soltou um gritinho, voltou a fazer cara de putinha e a cavalgada ficou mais animada e rápida.

Estava tão louco de tesão, que mais nada importava. Agora fui eu quem mudei de posição. Coloquei aquela gostosa de quatro e a penetrei com brutalidade, arrancando mais gemidos, tanto dela quanto meu. E eis que, a cada metida rápida e funda que eu dava em Milena, mais o meu amigo foi se movimentando em cima de sua cama, até parar na beira e ameaçar cair a qualquer momento.

O engraçado e ao mesmo tempo, assustador momento, foi quando começamos a gozar juntos no exato momento em que meu melhor amigo desabou da cama para o chão, caindo seco e ao mesmo tempo, pesado. Ainda gozava dentro de Milena, gemendo junto com ela quando escutamos o dono do apartamento começar a acordar, entre sonolento e meio bêbado.

Deitei meu corpo em cima de Milena e tapei sua boca, para sussurrar-lhe no ouvido, o meu convite:

— Que tal se a gente for para o meu apartamento? Quero te foder em todos os lugares possíveis.

Ela gemeu um “sim” e com cuidado e coração na boca, fomos saindo do quarto e depois de nos vestirmos, sair do apartamento, não sem antes escutarmos do quarto do meu amigo:

— Amor? É você que está aí na cozinha? Vem dormir comigo, vem… — seguido de um som de quem estava vomitando em cima de sua própria cama.

E foi assim que eu perdi uma amizade, mas ganhei uma bela de uma putinha, que sabiamente, não apresento para ninguém. Nem para a minha própria família.

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